sexta-feira, 3 de abril de 2026

■ COMECE O DIA 😃 FELIZ! 😃 FELIZ! ■ Prenderam Jesus e o amarraram. – (Jo 18,1 – 19,42)

 

  


ONU # UNESCO

 2026: ANO INTERNACIONAL DOS VOLUNTÁRIOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL 

 2026: ANO INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO DA POBREZA

 2026 UNESCO: APRENDER A CONHECER, APRENDER A FAZER, APRENDER A CONVIVER (OU VIVER JUNTOS) E APRENDER A SER 

 2026: ERGAMO-NOS JUNTOS: PELA JUSTIÇA. PELA HUMANIDADE. PELA PAZ.

 A B R I L – MÊS DA LITERATURA INFANTIL

 A B R I L – AZUL - 💙 MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO

 A B R I L – MÊS DE AMARELO - 💛 MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DO CÂNCER ÓSSEO

 A B R I L – MÊS DE MARROM -🤎 MÊS DE PREVENÇÃO E COMBATE À CEGUEIRA

 A B R I L VERDE - 💚 MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A SEGURANÇA NO TRABALHO

 A B R I L –💚 MÊS PELA SEGURANÇA DO PACIENTE

 GARÇA/SP, 03 DE ABRIL de 2026 (sexta-feira) 93º dia do ano

DESEJAMOS QUE TENHA UM BOM DIA!!

COMECE O DIA 😃 FELIZ! 😃 FELIZ!

 

 

 

 PENSAMENTO DO DIA 

Fonte: https:// www.facebook.com/JRMUNEWS  

O AMOR DECLINA SE NÃO CRESCE: SERÁ PRECISO RECONQUISTÁ-LO E ENRIQUECÊ-LO A CADA DIA.

(Pe Henry Caffarel – O Amor e a Graça, pag 157)  

 

 

 DATAS COMEMORATIVAS 

Pesquisa:* https://www.instagram.com/jrmunews

SEXTA-FEIRA SANTA DA PAIXÃO DO SENHOR

DIA das Boas Ações

DIA DO DESPORTO COMUNITÁRIO

DIA do Taquígrafo

DIA DO ATUÁRIO

DIA da Verdade

DIA da Festa

DIA de Encontrar Um Arco-Íris

DIA do Sundae

DIA da Fundação do Centro Cultural Cais do Sertão em Recife-PE

DIA da Fundação dO Parque Nacional da Serra da Canastra em Minas Gerais

 

Dia do ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DAS CIDADES (ou Município): Cerquilho - Jacareí – Planalto – Reginópolis – São José da Bela Vista (São Paulo) Araranguá – Seara (Santa Catarina)Belford Roxo (Rio de Janeiro) Entre Rios - Macarani (Bahia) Pesqueira (Pernambuco) Tibau do Sul (Rio Grande do Norte)

 

-■Dia do ANIVERSÁRIO DE: JOAO TEIXEIRA (neto da prima Silvana-Bauru/SP) PÉIA FERNANDES DE SOUZA (Colégio Antares-Garça /SP)MIRLENA GADOTTI (Garça /SP)RODRIGO RODRIGUES SIMÕES (Marmoraria Simões Garça /SP)DANDE MORGATO (empresário-Garça /SP) ANEZIO BONFIM (Garça /SP) AFONSO CARLOS BULLIO (São Carlos /SP) JOÃO FRABETTI (Garça /SP) JOZÉBIO ESTEVES GOMES (Empresário - Marilia /SP)FELIPE RIBEIRO (Lins /SP) RENATO FURTADO (Tupã /SP) EDISON WOLFGANG MATTENHAUER (Lions Club de Conchas /SP) Padre FÁBIO DE MELO (Diocese de Taubaté /SP)

 

 SANTO DO DIA 

 

SÃO LUÍS SCROSOPPI

SÃO RICArdo de Chichester

SÃO João de Nápoles

SÃO Cresto

SÃo Gandolfo de Binasco Sáchi

SÃo João de Nápoles

SÃo José Hinógrafo

SÃo Nicetas de Medíkion

SÃO Papo

SÃO Sisto I

SANTA IRENE

SANTA Ágape

Santa Quiônia

SantO Ulpiano

 

Liturgia Diária

 

A liturgia diária nos aproxima de Deus quando ouvimos o Evangelho, meditamos as leituras e colocamos em prática os seus ensinamentos.

 

“A PALAVRA DE DEUS EM MINHA VIDA”

 

Tudo está Consumado: O Sacrifício Supremo de Amor na Cruz  Tríduo Pascal - Jo 18,1-19,42 - Paixão e morte de Jesus - Ele me amou e se entregou por mim

 

Na Cruz de Cristo, o amor de Deus e a dor do mundo se encontraram. Ali, a dor foi vencida pelo amor, e o silêncio da morte preparou o grito da vida. 

 

Antífona 

 (Não há Antífona de Entrada. O Presidente da Celebração faz a reverência diante do altar e prostra-se por alguns instantes em silêncio. Em seguida, levanta-se e reza a oração seguinte)

 

 

 

 VER JESUS, CAMINHO, VERDADE E VIDA PLENA!”

 

Solidário com a humanidade em suas dores, Jesus assume a cruz por fidelidade à missão que o Pai lhe confiou. Unamo-nos a ele, Servo sofredor, e o acompanhemos em seu julgamento e condenação. Esta celebração, que aguça em nós a necessidade da solidariedade com os pobres e sofredores, é marcada pelo despojamento e pelo silêncio e consta de três partes: liturgia da Palavra, adoração de Cristo na cruz e rito da comunhão.

 

– Oração 

 

“LEMBRAI-VOS, Ó DEUS, DA VOSSA MISERICÓRDIA E SANTIFICAI COM VOSSA ETERNA PROTEÇÃO OS VOSSOS SERVOS E SERVAS, POR QUEM O VOSSO FILHO, JESUS CRISTO, INSTITUINDO O MISTÉRIO PASCAL, DERRAMOU O SEU SANGUE. AMÉM.

Direitos reservados - Essa oração foi retirada do link: http://liturgia.catequisar.com.br/

– Coleta

 

Ó Deus, pela paixão de nosso Senhor Jesus Cristo destruístes a morte que o primeiro pecado transmitiu a todo o gênero humano. Concedei que nos tornemos semelhantes ao vosso Filho e, assim como trouxemos pela natureza a imagem do homem terrestre, possamos manter pela graça a imagem do homem celeste. Por Cristo, nosso Senhor.

Direitos reservados - Essa oração foi retirada: Liturgia Diária ano XXXII nº 384

 

 

– 03 de ABRIL de 2026 sexta-feira da Semana Santa PAIXÃO DO SENHOR

– Liturgia da Palavra 

A liturgia da Palavra é a parte central desta celebração. Jesus enfrenta as consequências de sua fidelidade ao projeto do Pai e torna-se fonte de salvação para a humanidade.

 

1ª Leitura (Is 52,13 – 53,12) Ele foi ferido por causa de nossos pecados.    Leitura Livro do profeta Isaías:

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

13 Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido; sua ascensão será ao mais alto grau. 14 Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo – tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem ou ter aspecto humano -, 15 do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos. Diante dele os reis se manterão em silêncio, vendo algo que nunca lhes foi narrado e conhecendo coisas que jamais ouviram. 53,1 Quem de nós deu crédito ao que ouvimos? E a quem foi dado reconhecer a força do Senhor? 2 Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não tinha aparência que nos agradasse. 3 Era desprezado como o último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele. 4 A verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo, nossas dores; e nós pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e humilhado! 5 Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados, esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura. 6 Todos nós vagávamos como ovelhas desgarradas, cada qual seguindo seu caminho; e o Senhor fez recair sobre ele o pecado de todos nós. 7 Foi maltratado, e submeteu-se, não abriu a boca; como cordeiro levado ao matadouro ou como ovelha diante dos que a tosquiam, ele não abriu a boca. 8 Foi atormentado pela angústia e foi condenado. Quem se preocuparia com sua história de origem? Ele foi eliminado do mundo dos vivos; e por causa do pecado do meu povo foi golpeado até morrer. 9 Deram-lhe sepultura entre ímpios, um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal nem se encontrou falsidade em suas palavras. 10 O Senhor quis macerá-lo com sofrimentos. Oferecendo sua vida em expiação, ele terá descendência duradoura, e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor. 11 Por esta vida de sofrimento, alcançará luz e uma ciência perfeita. Meu Servo, o justo, fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas. 12 Por isso, compartilharei com ele multidões e ele repartirá suas riquezas com os valentes seguidores, pois entregou o corpo à morte, sendo contado como um malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos e intercedia em favor dos pecadores.

Palavra do Senhor!  - Graças a Deus.

 

 

– Salmos 

Salmo responsorial  Sl 30(31)

 

Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que eu não fique envergonhado eternamente! Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel. – R.

Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

2.  Tornei-me o opróbrio do inimigo, o desprezo e zombaria dos vizinhos, e objeto de pavor para os amigos; fogem de mim os que me veem pela rua. Os corações me esqueceram como um morto e tornei-me como um vaso espedaçado. – R.

Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

3. A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e afirmo que só vós sois o meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o meu destino; libertai-me do inimigo e do opressor! – R.

Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

4. Mostrai serena a vossa face ao vosso servo, e salvai-me pela vossa compaixão! Fortalecei os corações, tende coragem, todos vós que ao Senhor vos confiais!. – R.

Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.

 

 

2ª Leitura (Hb 4,14-16; 5,7-9) Ele aprendeu a ser obediente e tornou-se causa de salvação para todos os que lhe obedecem. Leitura da Carta aos Hebreus:

                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             

Irmãos: 14 Temos um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por isso, permaneçamos firmes na fé que professamos. 15 Com efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se compadecer de nossas fraquezas, pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. 16 Aproximemo-nos então, com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno. 5,7 Cristo, nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa de sua entrega a Deus. 8 Mesmo sendo Filho, aprendeu o que significa a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu. 9 Mas, na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que lhe obedecem.

Palavra do Senhor!  - Graças a Deus.

 

 

 

– 03 de ABRIL de 2026 sexta-feira da Semana Santa PAIXÃO DO SENHOR     

 – Evangelho do dia 

 

Prenderam Jesus e o amarraram.  (Jo 18,1 – 19,42)

 

 Aleluia, aleluia, aleluia.

 

– Louvor e honra a vós, Senhor Jesus.

Jesus Cristo se tornou obediente, / obediente até a morte numa cruz; / pelo que o Senhor Deus o exaltou / e deu-lhe um nome muito acima de outro nome (Fl 2,8s). – R.

 

Omite-se a saudação ao povo e o sinal da cruz.

 

Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo João.

Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus, consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:

Pres.: “A quem procurais?”

Narrador 1: 5Responderam:

Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.

Narrador 1: Ele disse:

Pres.: “Sou eu”.

Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com eles. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por terra. 7De novo lhes perguntou:

Pres.: “A quem procurais?”

Narrador 1: Eles responderam:

Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.

Narrador 1: 8Jesus respondeu:

Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai que estes se retirem”.

Narrador 1: 9Assim se realizava a palavra que Jesus tinha dito:

Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.

Narrador 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:

Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me deu?”

Narrador 1: 12Então, os soldados, o comandante e os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14Foi Caifás que deu aos judeus o conselho:

Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.

Narrador 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu, conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A criada que guardava a porta disse a Pedro:

Ass.: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”

Narrador 2: Ele respondeu:

Leitor 2: “Não”.

Narrador 2: 18Os empregados e os guardas fizeram uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles, aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe respondeu:

Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu disse”.

Narrador 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:

Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”

Narrador 2: 23Respondeu-lhe Jesus:

Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me bates?”

Narrador 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé, aquecendo-se. Disseram-lhe:

Leitor 2: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”

Narrador 1: Pedro negou:

Leitor 1: “Não!”

Narrador 1: 26Então um dos empregados do Sumo Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:

Leitor 2: “Será que não te vi no jardim com ele?”

Narrador 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao encontro deles e disse:

Leitor 1: “Que acusação apresentais contra este homem?”

Narrador 2: 30Eles responderam:

Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”

Narrador 2: 31Pilatos disse:

Leitor 2: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a vossa lei”.

Narrador 2: Os judeus lhe responderam:

Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.

Narrador 1: 32Assim se realizava o que Jesus tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:

Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”

Narrador 1: 34Jesus respondeu:

Pres.: “Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isto de mim?”

Narrador 1: 35Pilatos falou:

Leitor 2: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”.

Narrador 1: 36Jesus respondeu:

Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos judeus. Mas o meu reino não é daqui”.

Narrador 1: 37Pilatos disse a Jesus:

Leitor 1: “Então, tu és rei?”

Narrador 1: Jesus respondeu:

Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.

Narrador 1: 38Pilatos disse a Jesus:

Leitor 2: “O que é a verdade?”

Narrador 2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos judeus, e disse-lhes:

Leitor 1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que vos solte o rei dos Judeus?”

Narrador 2: 40Então, começaram a gritar de novo:

Ass.: “Este não, mas Barrabás!”

Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então Pilatos mandou flagelar Jesus.

Ass.: 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a colocaram na cabeça de Jesus.

Narrador 2: Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se dele e diziam:

Ass.: “Viva o rei dos judeus!”

Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos saiu de novo e disse aos judeus:

Leitor 1: “Olhai, eu o trago aqui fora, diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.

Narrador 1: 5Então Jesus veio para fora, trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:

Leitor 1: “Eis o homem!”

Narrador 1: 6Quando viram Jesus, os sumos sacerdotes e os guardas começaram a gritar:

Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”

Narrador 1: Pilatos respondeu:

Leitor 1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu não encontro nele crime algum”.

Narrador 1: 7Os judeus responderam:

Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se fez Filho de Deus”.

Narrador 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a Jesus:

Leitor 1: “De onde és tu?”

Narrador 2: Jesus ficou calado. 10Então Pilatos disse:

Leitor 1: “Não me respondes? Não sabes que tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”

Narrador 2: 11Jesus respondeu:

Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.

Narrador 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:

Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo aquele que se faz rei, declara-se contra César”.

Narrador 1: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em hebraico Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do meio-dia. Pilatos disse aos judeus:

Leitor 2: “Eis o vosso rei!”

Narrador 1: 15Eles, porém, gritavam:

Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”

Narrador 1: Pilatos disse:

Leitor 1: “Hei de crucificar o vosso rei?”

Narrador 1: Os sumos sacerdotes responderam:

Ass.: “Não temos outro rei senão César”.

Narrador 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para ser crucificado, e eles o levaram. 17Jesus tomou a cruz sobre si e saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:

Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.

Narrador 2: 20Muitos judeus puderam ver o letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:

Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou o Rei dos judeus’”.

Narrador 2: 22Pilatos respondeu:

Ass.: “O que escrevi, está escrito”.

Narrador 2: 23Depois que crucificaram Jesus, os soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado. Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto abaixo. 24Disseram então entre si:

Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para ver de quem será”.

Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz:

Ass.: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram sorte sobre a minha túnica”.

Narrador 1: Assim procederam os soldados. 25Perto da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas, e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o discípulo que ele amava, disse à mãe:

Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.

Narrador 1: 27Depois disse ao discípulo:

Pres.: “Esta é a tua mãe”.

Narrador 1: Daquela hora em diante, o discípulo a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:

Pres.: “Tenho sede”.

Narrador 1: 29Havia ali uma jarra cheia de vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse:

Pres.: “Tudo está consumado”.

Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

(Todos se ajoelham – Silêncio.)

Narrador 2: 31Era o dia da preparação para a Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro que foram crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que se cumprisse a Escritura, que diz:

Ass.: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.

Narrador 2: 37E outra Escritura ainda diz:

Ass.: “Olharão para aquele que transpassaram”.

Narrador 1: 38Depois disso, José de Arimateia, que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus —, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam sepultar.

Narrador 2: 41No lugar onde Jesus foi crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.

 

Palavra da Salvação!  - Glória a vós, Senhor.

 

– COMENTÁRIO DO EVANGELHO –

Texto de: Padre José Ulisses da Silva

Sacerdote Missionário Redentorista.

Conteúdo publicado Rezando o Evangelho- grupo: https://web.whatsapp.com    

 

 

03/04/26

SEXTA-FEIRA SANTA: PAIXÃO DO SENHOR

 

João 19,25-30: “Junto à cruz de Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e Maria Madalena. Jesus, vendo sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse à sua mãe: - Mulher, eis aí teu filho.   Depois disse ao discípulo: - Eis aí tua mãe. E desta hora em diante, o discípulo acolheu-a em sua casa. Em seguida, sabendo Jesus que tudo estava consumado, para se cumprir plenamente a Escritura, disse: - Tenho sede. Havia ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja, e fixando-a numa vara de hissopo, chegaram-lha à boca. Havendo Jesus tomado o vinagre, disse: - Tudo está consumado. Inclinou a cabeça e entregou o espírito.”

 

 

Senhor Jesus, sua santa Mãe nem sempre se fazia presente, quando o senhor era seguido por multidões, e muitas vezes, era aclamado.

Ela era uma discípula discreta, guardando em silêncio e meditando em seu coração tudo o que via e ouvia.

Mas, na hora da cruz, fez questão de ser identificada como sua mãe e de ficar a seu lado, ainda que nada pudesse fazer, senão chorar e esperar, cheia de confiança.

As dores que o senhor sentia em seu corpo dilacerado, ela sentia como se fossem espadas transpassando lentamente o seu coração materno.

Ela era tudo o que lhe restava aqui na terra, como experiência maravilhosa de um amor humano, que ninguém mais lhe poderia dar.

Ela representava a parte boa da nossa humanidade, capaz de amar e de ser fiel até a morte. Na medida em que a sua cruz foi se transfigurando, de instrumento de dor em prova maior do amor redentor a toda a humanidade, assim também a maternidade de sua mãe foi se estendendo a todos nós.

Ao morrer, o senhor nos entregou a sua mãe para ser a mãe de toda a humanidade redimida pelo seu sangue.

O seu sangue, derramado por nós e sobre nós, para celebrar uma nova e eterna aliança entre o divino e o humano, era o mesmo sangue de Maria.

Por isso, o senhor lhe disse: “Este é o seu filho”.

E disse a todos nós: “Esta é a sua mãe”.

Sua sede de amor-doação da própria vida estava saciada, havia consumado a missão que o Pai lhe confiara.

Quando inclinou a cabeça, o senhor entregou não somente o seu espírito humano, mas também o seu Espírito divino, para que ele continuasse a obra de fazer chegar sua abundante Redenção a todas as gerações.

Aquela mãe aos pés da cruz, era sua herança mais preciosa, e ela foi confiada a nós, sua Igreja. É por isso que desde aquele momento, como o apóstolo João, nós a acolhemos em nossos corações, nós a veneramos com milhares de títulos e sentimos o seu amor, o seu cuidado de mãe em todos os momentos de nossa vida.

Assim, o instante mais agudo da dor transformou-se no ato mais poderoso do seu amor.

E a sua cruz brilhou como um símbolo da aliança e da união eterna entre o céu e a terra.

Senhor, ainda há muitas cruzes dolorosas que não conseguem ser transfiguradas, como essas tristes guerras, essas violências cruéis, essas desigualdades escandalosas, esses vícios de busca apenas do prazer e da riqueza.

Que a luz irradiante da sua cruz se estenda sobre a terra e conduza todos os povos pelo caminho da libertação, da humanização e da fraternidade do seu Reino. 

 

Nossa Senhora das Dores, das dores de todos nós, rogue a seu Filho bendito, que venha nos libertar! Que brilhe a luz da Ressurreição sobre toda a nossa geração. Amém!

 

 

 

– Recadinho  Reflexão:

Autor: Autor: Pe. Luiz Miguel Duarte, ss

https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria

 

A narrativa do julgamento, condenação e morte de Jesus, segundo o Evangelho de João, mostra como Jesus enfrenta as forças que se opõem ao seu projeto. O justo é julgado e condenado pelas forças do mal. O relato inicia num jardim, como em Gênesis. Adão não resistiu às forças do mal, ao passo que Jesus não se rende e assume livremente o caminho do Calvário. A morte de Jesus não é vontade ou desejo de Deus, mas é consequência de sua fidelidade ao Pai. A cruz (castigo dos criminosos) demonstra a crueldade da inteligência humana inclinada ao pecado. Suas últimas palavras – tudo está consumado – revelam que a missão dele chega ao fim e ele foi fiel ao Pai ao extremo. Entregar o espírito significa colocar nas mãos de Deus sua vida e os projetos que realizou ao longo de sua vida em favor dos mais necessitados. Jesus entrega tudo ao Pai. Ao celebrar a paixão de Jesus, expressamos a rejeição da injustiça e nos solidarizamos com os injustiçados do mundo de hoje.

 

 (autor: (Dia a dia com o Evangelho 2026) – site- https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/#.XC3a5lxKjIU )

 

– Leitura Orante 

Autora: Irmã Patricia Silva,fsp,

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Tríduo Pascal - Jo 18,1-19,42 - Paixão e morte de Jesus - Ele me amou e se entregou por mim

 

LEITURA ORANTE

Oração Inicial

 

Senhor Jesus, diante da Vossa Cruz, fazemos silêncio. Pedimos que o Vosso Espírito Santo nos ajude a compreender a profundidade deste mistério. Que ao olharmos para Vossas chagas, possamos nelas depositar as nossas dores e os nossos pecados, confiando que pela Vossa Paixão fomos curados. Amém.

 

1. Leitura (Verdade)

O relato de João (18,1 – 19,42) descreve a prisão no Getsêmani, o interrogatório diante de Anás e Caifás, o julgamento perante Pilatos, a flagelação, a coroação de espinhos e o caminho do Calvário. Jesus morre às três da tarde, sendo sepultado no jardim por José de Arimateia e Nicodemos. Cada detalhe cumpre as Escrituras e revela a realeza de Cristo no trono da Cruz.

 

 

2. Meditação (Caminho)

O que a Cruz me diz hoje? Ela não é um adorno, mas o sinal de uma entrega total. Jesus amou “até o fim”. Diante das nossas cruzes diárias — sofrimentos, perdas e injustiças — como reagimos? Jesus nos ensina a transformar o sofrimento em oferenda e a dor em ato de amor. A Cruz é o caminho para a Luz. Hoje, somos convidados a “Venerar o Lenho da Cruz”, reconhecendo que ali está suspensa a salvação do mundo.

 

3.Oração (Vida)

Adoramos-Vos, Senhor Jesus Cristo, e Vos bendizemos, porque pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo. Pedimos-Vos por todos os que sofrem, pelos esquecidos e por aqueles que carregam cruzes pesadas demais. Que a Vossa presença no Calvário lhes dê consolo e a certeza de que a morte não é o fim.

 

4.Contemplação (Vida e Missão)

Contemplo Jesus, com os braços abertos na Cruz, acolhendo toda a humanidade. Guardo no coração o Seu último suspiro de entrega. Hoje, viverei o silêncio, evitando distrações desnecessárias, e participarei da Ação Litúrgica com o coração contrito e grato pelo imenso amor que recebi.

 

Bênção

 

Que a Vossa bênção, Senhor, desça abundante sobre o Vosso povo, que celebrou a morte do Vosso Filho na esperança da Sua ressurreição.

Venha o perdão, sinta-se o conforto, cresça a fé e confirme-se a eterna redenção.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

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