– ONU # UNESCO –
– 2026: ANO
INTERNACIONAL DOS VOLUNTÁRIOS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL –
– 2026: ANO INTERNACIONAL PARA A ERRADICAÇÃO
DA POBREZA –
– 2026 UNESCO: APRENDER A CONHECER,
APRENDER A FAZER, APRENDER A CONVIVER (OU VIVER JUNTOS) E APRENDER A SER –
– 2026: ERGAMO-NOS JUNTOS: PELA
JUSTIÇA. PELA HUMANIDADE. PELA PAZ. –
– A B R I L – MÊS DA LITERATURA INFANTIL –
– A B R I L – AZUL - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE O AUTISMO –
– A B R I L – MÊS DE AMARELO - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO DO CÂNCER ÓSSEO –
– A B R I L – MÊS DE MARROM - MÊS DE PREVENÇÃO E COMBATE À CEGUEIRA –
– A B R I L –VERDE - MÊS DE CONSCIENTIZAÇÃO SOBRE A SEGURANÇA NO
TRABALHO –
– A B R I L – MÊS PELA SEGURANÇA DO PACIENTE –
– GARÇA/SP, 03 DE ABRIL de 2026 (sexta-feira) 93º dia do ano –
–DESEJAMOS QUE TENHA UM BOM
DIA!!–
–■ COMECE O DIA 😃 FELIZ! 😃 FELIZ! ■–
– PENSAMENTO DO DIA –
Fonte: - https:// www.facebook.com/JRMUNEWS
“O AMOR
DECLINA SE NÃO CRESCE: SERÁ PRECISO RECONQUISTÁ-LO E ENRIQUECÊ-LO A CADA DIA.”
(Pe
Henry Caffarel – O Amor e a Graça, pag 157)
– DATAS COMEMORATIVAS –
Pesquisa:* https://www.instagram.com/jrmunews
–■ SEXTA-FEIRA SANTA DA PAIXÃO DO SENHOR ■–
–■ DIA das Boas Ações ■–
–■ DIA DO DESPORTO COMUNITÁRIO ■–
–■ DIA do Taquígrafo ■–
–■ DIA DO ATUÁRIO ■–
–■ DIA da Verdade ■–
–■ DIA da Festa ■–
–■ DIA de
Encontrar Um Arco-Íris ■–
–■ DIA do Sundae ■–
–■
DIA da Fundação do Centro Cultural Cais do Sertão em Recife-PE ■–
–■
DIA da Fundação dO Parque Nacional da Serra da Canastra em Minas Gerais ■–
–■Dia
do ANIVERSÁRIO DE FUNDAÇÃO DAS
CIDADES (ou Município): ■Cerquilho - Jacareí – Planalto – Reginópolis
– São José da Bela Vista (São Paulo) ■Araranguá – Seara (Santa Catarina)■ Belford Roxo (Rio de Janeiro) ■Entre Rios - Macarani (Bahia) ■Pesqueira (Pernambuco) ■Tibau do Sul (Rio
Grande do Norte) ■–
-■Dia
do ANIVERSÁRIO DE: ■JOAO TEIXEIRA (neto da prima Silvana-Bauru/SP) ■PÉIA FERNANDES DE SOUZA (Colégio Antares-Garça /SP) ■MIRLENA GADOTTI (Garça /SP) ■RODRIGO RODRIGUES SIMÕES (Marmoraria Simões Garça /SP) ■DANDE MORGATO (empresário-Garça /SP) ■ANEZIO BONFIM (Garça /SP) ■AFONSO CARLOS BULLIO (São Carlos /SP) ■JOÃO FRABETTI (Garça /SP) ■JOZÉBIO ESTEVES
GOMES (Empresário - Marilia /SP) ■FELIPE RIBEIRO (Lins /SP) ■RENATO FURTADO (Tupã /SP) ■EDISON WOLFGANG MATTENHAUER (Lions Club de Conchas /SP) ■Padre FÁBIO DE MELO (Diocese de Taubaté /SP) ■–
– SANTO DO DIA –
–■ SÃO LUÍS SCROSOPPI ■–
–■ SÃO RICArdo de Chichester ■–
–■ SÃO João de Nápoles ■–
–■ SÃO Cresto ■–
–■ SÃo Gandolfo de Binasco Sáchi ■–
–■ SÃo João de Nápoles ■–
–■ SÃo José Hinógrafo ■–
–■ SÃo Nicetas de Medíkion ■–
–■ SÃO Papo ■–
–■ SÃO Sisto I ■–
–■ SANTA IRENE ■–
–■ SANTA Ágape ■–
–■ Santa Quiônia ■–
–■ SantO Ulpiano ■–
Liturgia Diária
A liturgia diária nos aproxima de Deus
quando ouvimos o Evangelho, meditamos as leituras e colocamos em prática os
seus ensinamentos.
“A
PALAVRA DE DEUS EM MINHA VIDA”
Tudo está
Consumado: O Sacrifício Supremo de Amor na Cruz – Tríduo
Pascal - Jo 18,1-19,42 - Paixão e morte de Jesus - Ele me amou e se entregou
por mim
Na
Cruz de Cristo, o amor de Deus e a dor do mundo se encontraram. Ali, a dor foi
vencida pelo amor, e o silêncio da morte preparou o grito da vida.
Antífona
(Não há Antífona de
Entrada. O Presidente da Celebração faz a reverência diante do altar e
prostra-se por alguns instantes em silêncio. Em seguida, levanta-se e reza a
oração seguinte)
“VER JESUS, CAMINHO, VERDADE E VIDA PLENA!”
–■ Solidário com a humanidade em suas dores, Jesus assume a cruz por
fidelidade à missão que o Pai lhe confiou. Unamo-nos a ele, Servo sofredor, e o
acompanhemos em seu julgamento e condenação. Esta celebração, que aguça em nós
a necessidade da solidariedade com os pobres e sofredores, é marcada pelo
despojamento e pelo silêncio e consta de três partes: liturgia da Palavra,
adoração de Cristo na cruz e rito da comunhão. ■–
– Oração –
“LEMBRAI-VOS, Ó DEUS, DA VOSSA MISERICÓRDIA E SANTIFICAI COM VOSSA ETERNA
PROTEÇÃO OS VOSSOS SERVOS E SERVAS, POR QUEM O VOSSO FILHO, JESUS CRISTO, INSTITUINDO O
MISTÉRIO PASCAL, DERRAMOU O SEU SANGUE. AMÉM.”
Direitos
reservados - Essa oração foi retirada do link: http://liturgia.catequisar.com.br/
– Coleta –
–■ Ó Deus, pela
paixão de nosso Senhor Jesus Cristo destruístes a morte que o primeiro pecado
transmitiu a todo o gênero humano. Concedei que nos tornemos semelhantes ao
vosso Filho e, assim como trouxemos pela natureza a imagem do homem terrestre,
possamos manter pela graça a imagem do homem celeste. Por Cristo, nosso Senhor. ■–
Direitos
reservados - Essa oração foi retirada: Liturgia Diária ano XXXII nº 384
– 03 de ABRIL
de 2026
– sexta-feira
da Semana
Santa – PAIXÃO
DO SENHOR –
– Liturgia da Palavra –
–■ A liturgia da Palavra é a parte central desta celebração. Jesus
enfrenta as consequências de sua fidelidade ao projeto do Pai e torna-se fonte
de salvação para a humanidade. ■–
1ª
Leitura (Is 52,13 –
53,12) Ele foi ferido por causa de nossos
pecados. – Leitura Livro do profeta
Isaías:
13 Ei-lo, o meu Servo será bem sucedido; sua ascensão será ao mais
alto grau. 14 Assim como muitos ficaram pasmados ao vê-lo –
tão desfigurado ele estava que não parecia ser um homem ou ter aspecto humano
-, 15 do mesmo modo ele espalhará sua fama entre os povos.
Diante dele os reis se manterão em silêncio, vendo algo que nunca lhes foi
narrado e conhecendo coisas que jamais ouviram. 53,1 Quem de
nós deu crédito ao que ouvimos? E a quem foi dado reconhecer a força do
Senhor? 2 Diante do Senhor ele cresceu como renovo de planta
ou como raiz em terra seca. Não tinha beleza nem atrativo para o olharmos, não
tinha aparência que nos agradasse. 3 Era desprezado como o
último dos mortais, homem coberto de dores, cheio de sofrimentos; passando por
ele, tapávamos o rosto; tão desprezível era, não fazíamos caso dele. 4 A
verdade é que ele tomava sobre si nossas enfermidades e sofria, ele mesmo,
nossas dores; e nós pensávamos fosse um chagado, golpeado por Deus e
humilhado! 5 Mas ele foi ferido por causa de nossos pecados,
esmagado por causa de nossos crimes; a punição a ele imposta era o preço da
nossa paz, e suas feridas, o preço da nossa cura. 6 Todos nós
vagávamos como ovelhas desgarradas, cada qual seguindo seu caminho; e o Senhor
fez recair sobre ele o pecado de todos nós. 7 Foi maltratado,
e submeteu-se, não abriu a boca; como cordeiro levado ao matadouro ou como
ovelha diante dos que a tosquiam, ele não abriu a boca. 8 Foi
atormentado pela angústia e foi condenado. Quem se preocuparia com sua história
de origem? Ele foi eliminado do mundo dos vivos; e por causa do pecado do meu
povo foi golpeado até morrer. 9 Deram-lhe sepultura entre
ímpios, um túmulo entre os ricos, porque ele não praticou o mal nem se
encontrou falsidade em suas palavras. 10 O Senhor quis
macerá-lo com sofrimentos. Oferecendo sua vida em expiação, ele terá
descendência duradoura, e fará cumprir com êxito a vontade do Senhor. 11 Por
esta vida de sofrimento, alcançará luz e uma ciência perfeita. Meu Servo, o
justo, fará justos inúmeros homens, carregando sobre si suas culpas. 12 Por
isso, compartilharei com ele multidões e ele repartirá suas riquezas com os
valentes seguidores, pois entregou o corpo à morte, sendo contado como um
malfeitor; ele, na verdade, resgatava o pecado de todos e intercedia em favor
dos pecadores.
Palavra do Senhor! - Graças a Deus.
– Salmos –
Salmo
responsorial Sl 30(31)
Ó Pai, em tuas mãos eu entrego o meu espírito.
1. Senhor, eu ponho em vós minha esperança; que
eu não fique envergonhado eternamente! Em vossas mãos, Senhor, entrego o meu
espírito, porque vós me salvareis, ó Deus fiel. – R.
Ó Pai, em tuas
mãos eu entrego o meu espírito.
2. Tornei-me o opróbrio do inimigo, o
desprezo e zombaria dos vizinhos, e objeto de pavor para os amigos; fogem de
mim os que me veem pela rua. Os corações me esqueceram como um morto e
tornei-me como um vaso espedaçado. – R.
Ó Pai, em tuas
mãos eu entrego o meu espírito.
3. A vós, porém, ó meu Senhor, eu me confio, e
afirmo que só vós sois o meu Deus! Eu entrego em vossas mãos o meu destino;
libertai-me do inimigo e do opressor! – R.
Ó Pai, em tuas
mãos eu entrego o meu espírito.
4. Mostrai serena a vossa face ao vosso servo,
e salvai-me pela vossa compaixão! Fortalecei os corações, tende coragem, todos
vós que ao Senhor vos confiais!. – R.
Ó Pai, em tuas
mãos eu entrego o meu espírito.
2ª
Leitura (Hb 4,14-16;
5,7-9) Ele aprendeu a ser obediente e
tornou-se causa de salvação para todos os que lhe obedecem. – Leitura da Carta aos
Hebreus:
Irmãos: 14 Temos
um sumo sacerdote eminente, que entrou no céu, Jesus, o Filho de Deus. Por
isso, permaneçamos firmes na fé que professamos. 15 Com
efeito, temos um sumo sacerdote capaz de se compadecer de nossas fraquezas,
pois ele mesmo foi provado em tudo como nós, com exceção do pecado. 16 Aproximemo-nos
então, com toda a confiança, do trono da graça, para conseguirmos misericórdia
e alcançarmos a graça de um auxílio no momento oportuno. 5,7 Cristo,
nos dias de sua vida terrestre, dirigiu preces e súplicas, com forte clamor e
lágrimas, àquele que era capaz de salvá-lo da morte. E foi atendido, por causa
de sua entrega a Deus. 8 Mesmo sendo Filho, aprendeu o que
significa a obediência a Deus por aquilo que ele sofreu. 9 Mas,
na consumação de sua vida, tornou-se causa de salvação eterna para todos os que
lhe obedecem.
Palavra do Senhor! - Graças a Deus.
– 03 de ABRIL
de 2026
– sexta-feira
da Semana
Santa – PAIXÃO
DO SENHOR –
– Evangelho
do dia –
Prenderam
Jesus e o amarraram. – (Jo 18,1 – 19,42)
Aleluia, aleluia, aleluia.
– Louvor e honra a vós, Senhor Jesus.
Jesus Cristo se tornou obediente, / obediente
até a morte numa cruz; / pelo que o Senhor Deus o exaltou / e
deu-lhe um nome muito acima de outro nome (Fl 2,8s).
– R.
Omite-se a saudação ao povo e o sinal da cruz.
Narrador 1: Paixão de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo
João.
Naquele tempo, 1Jesus saiu com os discípulos para o outro
lado da torrente do Cedron. Havia aí um jardim, onde ele entrou com os
discípulos. 2Também Judas, o traidor, conhecia o lugar, porque
Jesus costumava reunir-se aí com os seus discípulos. 3Judas levou
consigo um destacamento de soldados e alguns guardas dos sumos sacerdotes e
fariseus, e chegou ali com lanternas, tochas e armas. 4Então Jesus,
consciente de tudo o que ia acontecer, saiu ao encontro deles e disse:
Pres.: “A quem procurais?”
Narrador 1: 5Responderam:
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1: Ele disse:
Pres.: “Sou eu”.
Narrador 1: Judas, o traidor, estava junto com
eles. 6Quando Jesus disse: “Sou eu”, eles recuaram e caíram por
terra. 7De novo lhes perguntou:
Pres.: “A quem procurais?”
Narrador 1: Eles responderam:
Ass.: “A Jesus, o Nazareno”.
Narrador 1: 8Jesus respondeu:
Pres.: “Já vos disse que sou eu. Se é a mim que procurais, então deixai
que estes se retirem”.
Narrador 1: 9Assim se realizava a palavra que
Jesus tinha dito:
Pres.: “Não perdi nenhum daqueles que me confiaste”.
Narrador 2: 10Simão Pedro, que trazia uma espada
consigo, puxou dela e feriu o servo do sumo sacerdote, cortando-lhe a orelha
direita. O nome do servo era Malco. 11Então Jesus disse a Pedro:
Pres.: “Guarda a tua espada na bainha. Não vou beber o cálice que o Pai me
deu?”
Narrador 1: 12Então, os soldados, o comandante e
os guardas dos judeus prenderam Jesus e o amarraram. 13Conduziram-no
primeiro a Anás, que era o sogro de Caifás, o Sumo Sacerdote naquele ano. 14Foi
Caifás que deu aos judeus o conselho:
Leitor 1: “É preferível que um só morra pelo povo”.
Narrador 2: 15Simão Pedro e um outro discípulo
seguiam Jesus. Esse discípulo era conhecido do Sumo Sacerdote e entrou com
Jesus no pátio do Sumo Sacerdote. 16Pedro ficou fora, perto da
porta. Então o outro discípulo, que era conhecido do Sumo Sacerdote, saiu,
conversou com a encarregada da porta e levou Pedro para dentro. 17A
criada que guardava a porta disse a Pedro:
Ass.: “Não pertences também tu aos discípulos desse homem?”
Narrador 2: Ele respondeu:
Leitor 2: “Não”.
Narrador 2: 18Os empregados e os guardas fizeram
uma fogueira e estavam se aquecendo, pois fazia frio. Pedro ficou com eles,
aquecendo-se. 19Entretanto, o Sumo Sacerdote interrogou Jesus a
respeito de seus discípulos e de seu ensinamento. 20Jesus lhe
respondeu:
Pres.: “Eu falei às claras ao mundo. Ensinei sempre na sinagoga e no
Templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada falei às escondidas. 21Por
que me interrogas? Pergunta aos que ouviram o que falei; eles sabem o que eu
disse”.
Narrador 2: 22Quando Jesus falou isso, um dos
guardas que ali estava deu-lhe uma bofetada, dizendo:
Leitor 1: “É assim que respondes ao Sumo Sacerdote?”
Narrador 2: 23Respondeu-lhe Jesus:
Pres.: “Se respondi mal, mostra em quê; mas, se falei bem, por que me
bates?”
Narrador 1: 24Então, Anás enviou Jesus amarrado
para Caifás, o Sumo Sacerdote. 25Simão Pedro continuava lá, em pé,
aquecendo-se. Disseram-lhe:
Leitor 2: “Não és tu, também, um dos discípulos dele?”
Narrador 1: Pedro negou:
Leitor 1: “Não!”
Narrador 1: 26Então um dos empregados do Sumo
Sacerdote, parente daquele a quem Pedro tinha cortado a orelha, disse:
Leitor 2: “Será que não te vi no jardim com ele?”
Narrador 2: 27Novamente Pedro negou. E na mesma
hora, o galo cantou. 28De Caifás, levaram Jesus ao palácio do
governador. Era de manhã cedo. Eles mesmos não entraram no palácio, para não
ficarem impuros e poderem comer a páscoa. 29Então Pilatos saiu ao
encontro deles e disse:
Leitor 1: “Que acusação apresentais contra este homem?”
Narrador 2: 30Eles responderam:
Ass.: “Se não fosse malfeitor, não o teríamos entregue a ti!”
Narrador 2: 31Pilatos disse:
Leitor 2: “Tomai-o vós mesmos e julgai-o de acordo com a
vossa lei”.
Narrador 2: Os judeus lhe responderam:
Ass.: “Nós não podemos condenar ninguém à morte”.
Narrador 1: 32Assim se realizava o que Jesus
tinha dito, significando de que morte havia de morrer. 33Então
Pilatos entrou de novo no palácio, chamou Jesus e perguntou-lhe:
Leitor 1: “Tu és o rei dos judeus?”
Narrador 1: 34Jesus respondeu:
Pres.: “Estás dizendo isso por ti mesmo ou outros te disseram isto de
mim?”
Narrador 1: 35Pilatos falou:
Leitor 2: “Por acaso, sou judeu? O teu povo e os sumos
sacerdotes te entregaram a mim. Que fizeste?”.
Narrador 1: 36Jesus respondeu:
Pres.: “O meu reino não é deste mundo. Se o meu reino fosse
deste mundo, os meus guardas teriam lutado para que eu não fosse entregue aos
judeus. Mas o meu reino não é daqui”.
Narrador 1: 37Pilatos disse a Jesus:
Leitor 1: “Então, tu és rei?”
Narrador 1: Jesus respondeu:
Pres.: “Tu o dizes: eu sou rei. Eu nasci e vim ao mundo para isto: para
dar testemunho da verdade. Todo aquele que é da verdade escuta a minha voz”.
Narrador 1: 38Pilatos disse a Jesus:
Leitor 2: “O que é a verdade?”
Narrador 2: Ao dizer isso, Pilatos saiu ao encontro dos
judeus, e disse-lhes:
Leitor 1: “Eu não encontro nenhuma culpa nele. 39Mas
existe entre vós um costume, que pela Páscoa eu vos solte um preso. Quereis que
vos solte o rei dos Judeus?”
Narrador 2: 40Então, começaram a gritar de novo:
Ass.: “Este não, mas Barrabás!”
Narrador 2: Barrabás era um bandido. 19,1Então
Pilatos mandou flagelar Jesus.
Ass.: 2Os soldados teceram uma coroa de espinhos e a
colocaram na cabeça de Jesus.
Narrador 2: Vestiram-no com um manto vermelho, 3aproximavam-se
dele e diziam:
Ass.: “Viva o rei dos judeus!”
Narrador 2: E davam-lhe bofetadas. 4Pilatos
saiu de novo e disse aos judeus:
Leitor 1: “Olhai, eu o trago aqui fora,
diante de vós, para que saibais que não encontro nele crime algum”.
Narrador 1: 5Então Jesus veio para fora,
trazendo a coroa de espinhos e o manto vermelho. Pilatos disse-lhes:
Leitor 1: “Eis o homem!”
Narrador 1: 6Quando viram Jesus, os sumos
sacerdotes e os guardas começaram a gritar:
Ass.: “Crucifica-o! Crucifica-o!”
Narrador 1: Pilatos respondeu:
Leitor 1: “Levai-o vós mesmos para o crucificar, pois eu
não encontro nele crime algum”.
Narrador 1: 7Os judeus responderam:
Ass.: “Nós temos uma Lei, e, segundo esta Lei, ele deve morrer, porque se
fez Filho de Deus”.
Narrador 2: 8Ao ouvir estas palavras, Pilatos ficou
com mais medo ainda. 9Entrou outra vez no palácio e perguntou a
Jesus:
Leitor 1: “De onde és tu?”
Narrador 2: Jesus ficou calado. 10Então
Pilatos disse:
Leitor 1: “Não me respondes? Não sabes que
tenho autoridade para te soltar e autoridade para te crucificar?”
Narrador 2: 11Jesus respondeu:
Pres.: “Tu não terias autoridade alguma sobre mim, se ela
não te fosse dada do alto. Quem me entregou a ti, portanto, tem culpa maior”.
Narrador 2: 12Por causa disso, Pilatos procurava
soltar Jesus. Mas os judeus gritavam:
Ass.: “Se soltas este homem, não és amigo de César. Todo
aquele que se faz rei, declara-se contra César”.
Narrador 1: 13Ouvindo essas palavras, Pilatos levou
Jesus para fora e sentou-se no tribunal, no lugar chamado “Pavimento”, em
hebraico Gábata”. 14Era o dia da preparação da Páscoa, por volta do
meio-dia. Pilatos disse aos judeus:
Leitor 2: “Eis o vosso rei!”
Narrador 1: 15Eles, porém, gritavam:
Ass.: “Fora! Fora! Crucifica-o!”
Narrador 1: Pilatos disse:
Leitor 1: “Hei de crucificar o vosso rei?”
Narrador 1: Os sumos sacerdotes responderam:
Ass.: “Não temos outro rei senão César”.
Narrador 2: 16Então Pilatos entregou Jesus para
ser crucificado, e eles o levaram. 17Jesus tomou a cruz sobre si e
saiu para o lugar chamado Calvário”, em hebraico “Gólgota”. 18Ali o
crucificaram, com outros dois: um de cada lado, e Jesus no meio. 19Pilatos
mandou ainda escrever um letreiro e colocá-lo na cruz; nele estava escrito:
Ass.: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.
Narrador 2: 20Muitos judeus puderam ver o
letreiro, porque o lugar em que Jesus foi crucificado ficava perto da cidade. O
letreiro estava escrito em hebraico, latim e grego. 21Então os
sumos sacerdotes dos judeus disseram a Pilatos:
Ass.: “Não escrevas ‘O Rei dos Judeus’, mas sim o que ele disse: ‘Eu sou
o Rei dos judeus’”.
Narrador 2: 22Pilatos respondeu:
Ass.: “O que escrevi, está escrito”.
Narrador 2: 23Depois que crucificaram Jesus, os
soldados repartiram a sua roupa em quatro partes, uma parte para cada soldado.
Quanto à túnica, esta era tecida sem costura, em peça única de alto
abaixo. 24Disseram então entre si:
Ass.: “Não vamos dividir a túnica. Tiremos a sorte para
ver de quem será”.
Narrador 2: Assim se cumpria a Escritura que diz:
Ass.: “Repartiram entre si as minhas vestes e lançaram
sorte sobre a minha túnica”.
Narrador 1: Assim procederam os soldados. 25Perto
da cruz de Jesus, estavam de pé a sua mãe, a irmã da sua mãe, Maria de Cléofas,
e Maria Madalena. 26Jesus, ao ver sua mãe e, ao lado dela, o
discípulo que ele amava, disse à mãe:
Pres.: “Mulher, este é o teu filho”.
Narrador 1: 27Depois disse ao discípulo:
Pres.: “Esta é a tua mãe”.
Narrador 1: Daquela hora em diante, o discípulo
a acolheu consigo. 28Depois disso, Jesus, sabendo que tudo estava
consumado, e para que a Escritura se cumprisse até o fim, disse:
Pres.: “Tenho sede”.
Narrador 1: 29Havia ali uma jarra cheia de
vinagre. Amarraram numa vara uma esponja embebida de vinagre e levaram-na à
boca de Jesus. 30Ele tomou o vinagre e disse:
Pres.: “Tudo está consumado”.
Narrador 1: E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.
(Todos se
ajoelham – Silêncio.)
Narrador 2: 31Era o dia da preparação para a
Páscoa. Os judeus queriam evitar que os corpos ficassem na cruz durante o
sábado, porque aquele sábado era dia de festa solene. Então pediram a Pilatos
que mandasse quebrar as pernas aos crucificados e os tirasse da cruz. 32Os
soldados foram e quebraram as pernas de um e, depois, do outro que foram
crucificados com Jesus. 33Ao se aproximarem de Jesus, e vendo que
já estava morto, não lhe quebraram as pernas; 34mas um soldado
abriu-lhe o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. 35Aquele
que viu, dá testemunho e seu testemunho é verdadeiro; e ele sabe que fala a
verdade, para que vós também acrediteis. 36Isso aconteceu para que
se cumprisse a Escritura, que diz:
Ass.: “Não quebrarão nenhum dos seus ossos”.
Narrador 2: 37E outra Escritura ainda diz:
Ass.: “Olharão para aquele que transpassaram”.
Narrador 1: 38Depois disso, José de Arimateia,
que era discípulo de Jesus — mas às escondidas, por medo dos judeus
—, pediu a Pilatos para tirar o corpo de Jesus. Pilatos consentiu. Então José
veio tirar o corpo de Jesus. 39Chegou também Nicodemos, o mesmo que
tinha ido de noite encontrar-se com Jesus. Levou uns trinta quilos de perfume
feito de mirra e aloés. 40Então tomaram o corpo de Jesus e
envolveram-no, com os aromas, em faixas de linho, como os judeus costumam
sepultar.
Narrador 2: 41No lugar onde Jesus foi
crucificado, havia um jardim e, no jardim, um túmulo novo, onde ainda ninguém
tinha sido sepultado. 42Por causa da preparação da Páscoa, e como o
túmulo estava perto, foi ali que colocaram Jesus.
Palavra da Salvação! - Glória a vós, Senhor.
– COMENTÁRIO DO EVANGELHO –
Texto de: Padre José Ulisses da Silva
Sacerdote Missionário Redentorista.
Conteúdo publicado Rezando o
Evangelho- grupo: https://web.whatsapp.com
03/04/26
SEXTA-FEIRA SANTA: PAIXÃO DO SENHOR
João 19,25-30: “Junto à cruz de
Jesus estavam de pé sua mãe, a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Cléofas, e
Maria Madalena. Jesus, vendo sua mãe e perto dela o discípulo que amava, disse
à sua mãe: - Mulher, eis aí teu filho.
Depois disse ao discípulo: - Eis aí tua mãe. E desta hora em diante, o
discípulo acolheu-a em sua casa. Em seguida, sabendo Jesus que tudo estava
consumado, para se cumprir plenamente a Escritura, disse: - Tenho sede. Havia
ali um vaso cheio de vinagre. Embeberam de vinagre uma esponja, e fixando-a
numa vara de hissopo, chegaram-lha à boca. Havendo Jesus tomado o vinagre,
disse: - Tudo está consumado. Inclinou a cabeça e entregou o espírito.”
Senhor Jesus, sua santa Mãe
nem sempre se fazia presente, quando o senhor era seguido por multidões, e
muitas vezes, era aclamado.
Ela era uma discípula
discreta, guardando em silêncio e meditando em seu coração tudo o que via e
ouvia.
Mas, na hora da cruz,
fez questão de ser identificada como sua mãe e de ficar a seu lado, ainda que
nada pudesse fazer, senão chorar e esperar, cheia de confiança.
As dores que o senhor
sentia em seu corpo dilacerado, ela sentia como se fossem espadas transpassando
lentamente o seu coração materno.
Ela era tudo o que lhe
restava aqui na terra, como experiência maravilhosa de um amor humano, que
ninguém mais lhe poderia dar.
Ela representava a parte
boa da nossa humanidade, capaz de amar e de ser fiel até a morte. Na medida em
que a sua cruz foi se transfigurando, de instrumento de dor em prova maior do
amor redentor a toda a humanidade, assim também a maternidade de sua mãe foi se
estendendo a todos nós.
Ao morrer, o senhor nos
entregou a sua mãe para ser a mãe de toda a humanidade redimida pelo seu
sangue.
O seu sangue, derramado
por nós e sobre nós, para celebrar uma nova e eterna aliança entre o divino e o
humano, era o mesmo sangue de Maria.
Por isso, o senhor lhe
disse: “Este é o seu filho”.
E disse a todos nós: “Esta
é a sua mãe”.
Sua sede de amor-doação
da própria vida estava saciada, havia consumado a missão que o Pai lhe
confiara.
Quando inclinou a
cabeça, o senhor entregou não somente o seu espírito humano, mas também o seu
Espírito divino, para que ele continuasse a obra de fazer chegar sua abundante
Redenção a todas as gerações.
Aquela mãe aos pés da
cruz, era sua herança mais preciosa, e ela foi confiada a nós, sua Igreja. É
por isso que desde aquele momento, como o apóstolo João, nós a acolhemos em
nossos corações, nós a veneramos com milhares de títulos e sentimos o seu amor,
o seu cuidado de mãe em todos os momentos de nossa vida.
Assim, o instante mais
agudo da dor transformou-se no ato mais poderoso do seu amor.
E a sua cruz brilhou
como um símbolo da aliança e da união eterna entre o céu e a terra.
Senhor, ainda há muitas
cruzes dolorosas que não conseguem ser transfiguradas, como essas tristes
guerras, essas violências cruéis, essas desigualdades escandalosas, esses
vícios de busca apenas do prazer e da riqueza.
Que a luz irradiante da
sua cruz se estenda sobre a terra e conduza todos os povos pelo caminho da
libertação, da humanização e da fraternidade do seu Reino.
Nossa Senhora das Dores, das dores de todos nós, rogue a seu
Filho bendito, que venha nos libertar! Que brilhe a luz da Ressurreição sobre
toda a nossa geração. Amém!
– Recadinho – Reflexão:
Autor: Autor: Pe. Luiz
Miguel Duarte, ss
https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria
A narrativa do julgamento, condenação e morte de
Jesus, segundo o Evangelho de João, mostra como Jesus enfrenta as forças que se
opõem ao seu projeto. O justo é julgado e condenado pelas forças do mal. O
relato inicia num jardim, como em Gênesis. Adão não resistiu às forças do mal,
ao passo que Jesus não se rende e assume livremente o caminho do Calvário. A
morte de Jesus não é vontade ou desejo de Deus, mas é consequência de sua
fidelidade ao Pai. A cruz (castigo dos criminosos) demonstra a crueldade da inteligência
humana inclinada ao pecado. Suas últimas palavras – tudo está consumado –
revelam que a missão dele chega ao fim e ele foi fiel ao Pai ao extremo.
Entregar o espírito significa colocar nas mãos de Deus sua vida e os projetos
que realizou ao longo de sua vida em favor dos mais necessitados. Jesus entrega
tudo ao Pai. Ao celebrar a paixão de Jesus, expressamos a rejeição da injustiça
e nos solidarizamos com os injustiçados do mundo de hoje.
(autor: (Dia a dia com o Evangelho 2026) – site- https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria/#.XC3a5lxKjIU
)
– Leitura Orante –
Autora: Irmã Patricia Silva,fsp,
Conteúdo publicado em https://catequizar.com.br/liturgia/vos-sois-as-testemunhas-
Autoriza-se a sua publicação desde que se cite a fonte.
Tríduo Pascal -
Jo 18,1-19,42 - Paixão e morte de Jesus - Ele me amou e se entregou por mim
LEITURA
ORANTE
Oração
Inicial
Senhor Jesus, diante da Vossa Cruz, fazemos silêncio. Pedimos que o Vosso
Espírito Santo nos ajude a compreender a profundidade deste mistério. Que ao
olharmos para Vossas chagas, possamos nelas depositar as nossas dores e os
nossos pecados, confiando que pela Vossa Paixão fomos curados. Amém.
1. Leitura (Verdade)
O relato de João (18,1 – 19,42) descreve a
prisão no Getsêmani, o interrogatório diante de Anás e Caifás, o julgamento
perante Pilatos, a flagelação, a coroação de espinhos e o caminho do Calvário.
Jesus morre às três da tarde, sendo sepultado no jardim por José de Arimateia e
Nicodemos. Cada detalhe cumpre as Escrituras e revela a realeza de Cristo no
trono da Cruz.
2. Meditação (Caminho)
O que a Cruz me diz hoje? Ela não é um adorno,
mas o sinal de uma entrega total. Jesus amou “até o fim”. Diante das nossas
cruzes diárias — sofrimentos, perdas e injustiças — como reagimos? Jesus nos
ensina a transformar o sofrimento em oferenda e a dor em ato de amor. A Cruz é
o caminho para a Luz. Hoje, somos convidados a “Venerar o Lenho da Cruz”,
reconhecendo que ali está suspensa a salvação do mundo.
3.Oração (Vida)
Adoramos-Vos, Senhor Jesus Cristo, e Vos
bendizemos, porque pela Vossa Santa Cruz remistes o mundo. Pedimos-Vos por
todos os que sofrem, pelos esquecidos e por aqueles que carregam cruzes pesadas
demais. Que a Vossa presença no Calvário lhes dê consolo e a certeza de que a
morte não é o fim.
4.Contemplação (Vida e Missão)
Contemplo Jesus, com os braços abertos na Cruz,
acolhendo toda a humanidade. Guardo no coração o Seu último suspiro de entrega.
Hoje, viverei o silêncio, evitando distrações desnecessárias, e participarei da
Ação Litúrgica com o coração contrito e grato pelo imenso amor que recebi.
Bênção
Que a Vossa bênção, Senhor, desça abundante
sobre o Vosso povo, que celebrou a morte do Vosso Filho na esperança da Sua
ressurreição.
Venha o perdão, sinta-se o conforto, cresça a
fé e confirme-se a eterna redenção.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
Amém.
Sites
acessados e consultados: https://catequisar.com.br/liturgia/artigos/liturgiadiaria/
- https://leituraorantedapalavra.blogspot.com/
- https://www.paulus.com.br/portal/liturgia-diaria
-http://www.novaalianca.com.br/index.php/liturgia -https://www.facebook.com/JRMUNEWS
- Rezando o Evangelho-
grupo: https://web.whatsapp.com/ - Liturgia Diária ano XXXII nº 379
PAULUS Pia Sociedade de São Paulo – Agenda Bíblica 2023–Equipes
de Nossa Senhora Setor de Garça/SP

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